Laços Invisíveis

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Se eu me concentrar bem, ainda escuto os sons das risadas naquela foto de turma da sétima série, do lado de fora do colégio. Mas é preciso prestar bastante atenção, ou a lembrança escapa pela porta e não volta mais. Fica no canto esquerdo da foto, bem do lado de cima, perto do sol. É ali que mora o play da memória, que me leva de volta a um tempo de problemas fáceis, risadas compridas e brincadeiras de adolescentes. Dá para me transportar de novo pra lá se eu ficar assim, bem quietinha. Eu juro.

Fechando os olhos, eu ainda sinto os abraços dos amigos que ficaram pelo caminho. Não sei muito sobre a maioria deles. Alguns casaram. Outros tiveram filhos. Outros apenas sumiram. Não rolou nenhuma briga, nenhum desentendimento, nenhuma raiva ou rancor. Apenas seguimos caminhos diferentes, viramos em ruas sem retorno, deixamos que o tempo guardasse o que era só passado e fomos viver o futuro. A vida não se resume apenas ao tempo de escola. Aliás, a vida não se resume.

Mas talvez uma parte da vida vá ficando ali, na minha caixa de recordações, revirada em um domingo qualquer, quando a saudade bate. E um sorriso tímido aparece no meu rosto, enquanto todas as memórias passam na minha cabeça. Os segredos, as brigas bobas, as gargalhadas, as piadas, as festas.. Os anos que dividimos juntos, lado a lado, e que parecem tão longe e tão “logo ali” ao mesmo tempo.

É domingo. 2015. Em um mês completo 26 anos. A vida mudou muitas vezes neste tempo todo. Mas, numa tarde, eu reviro as lembranças e vejo que todo mundo que passou tem sua importância. Até quem não ficou, até quem bateu a porta, até quem machucou. Um dia, parece mentira, mas a gente lembra só das coisas boas. E é como Leo Jaime e Leoni cantaram: “o que vai ficar nas fotografias são os laços invisíveis que havia. As cores, figuras, motivos. O sol passando sobre os amigos. Histórias, bebidas, sorrisos. E afeto em frente ao mar”. Acho que é isso o que importa. Não é?

largeTexto - Karine Rosa
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mania de gato

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É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e – quem quiser – que me aceite assim. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Sou guerreira. Sou druida. Sou filha da lua. Quero sempre o voo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?

Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir por que o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!

(autor: Fernanda Mello)

Coisas Simples

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Você pode ir embora e nunca mais ser a mesma.
Você pode voltar e nada ser como antes.
Você pode até ficar, pra que nada mude, mas aí é você que não vai se conformar com isso.
Você pode sofrer por perder alguém.
Você pode até lembrar com carinho ou orgulho de algum momento importante na sua vida: formatura, casamento, aprovação no vestibular ou a festa mais linda que já tenha ido, mas o que vai te fazer falta mesmo, o que vai doer bem fundo, é a saudade dos momentos simples:
Da sua mãe te chamando pra acordar,
Do seu pai te levando pela mão,
Dos desenhos animados com seu irmão,
Do caminho pra casa com os amigos e a diversão natural
Do cheiro que você sentia naquele abraço,
Da hora certinha em que ele sempre aparecia pra te ver,
E como ele te olhava com aquela cara de coitado pra te derreter.
De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades:
Não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma;
Cuidado com o que anda desabafando;
Conte até três (tá certo, se precisar, conte mais);
Antes só do que muito acompanhado;
Esperar não significa inércia, muito menos desinteresse;
Renunciar não quer dizer que não ame;
Abrir mão não quer dizer que não queira;
O tempo ensina, mas não cura.

(autor:Martha Medeiros)

Intensas

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Tem coisa mais doida que mulher carente? Não, não tem. Não tem e nada nesse mundo me fará mudar de idéia. Mulher carente é igual a problema em dobro. Se já somos suficientemente inseguras 365 dias por ano. Imaginem: mulher-insegura-carente?

Toda mulher que se preze já caiu em uma cilada amorosa. Quem nunca caiu que atire a primeira pedra (…) As histórias são quase sempre as mesmas, claro, tem suas peculiaridades, mas em geral são muito parecidas. Toda mulher apaixonada começa sempre do mesmo jeito. Romantiza tudo, vê beleza em tudo, suspira por tudo, até em fila de ônibus… O problema acontece quando se está suspirando pelo cara errado. Pelo famoso “babaca”.

Vai dizer que você nunca gostou de um? Fala pra mim, olha para os lados, veja se não tem ninguém por perto e admita: Eu já me apaixonei por um babaca. Relaxa moça, não tem ninguém vendo mesmo.

O começo é sempre igual, a gente romantiza qualquer SMS de “bom dia”, qualquer “oi”, qualquer email mais ou menos. Duas saídas, alguns SMS’s meia bomba, uns emails chinfrins, algumas palavrinhas carinhosas e lá estamos nós: acreditando fielmente que o tal “babaca” pode ser o grande candidato ao homem da nossa vida.

Relaxa gata, como diz nossa amiga de fossas Tati Bernardi: “Quem nunca saiu com o cara errado que atire a primeira pedra, mas atire nele, por favor”. A vida é assim, de babaca em babaca a gente chega ao altar, quem sabe um dia. Se não rolar o lance de altar, experimente viver e se enxergar.

Acredite, vai acontecer qualquer dia, qualquer hora, alguém irá te enxergar, mesmo que você esteja sem maquiagem, suada, desarrumada, descabelada. O famoso homem da sua vida vai te enxergar… Confie em mim, ou em você, né.

Voltando ao assunto da paixão pelo “babaca”, entenda: Se o homem realmente gosta, ele vai até o inferno por você. Ele vai sim, e ainda abraça o capeta se for preciso. Sabe por quê? Porque homens são previsíveis, se eles querem eles querem, se não querem, não querem.

A raça dos homens não é complexa igual a nós mulheres, que sempre temos dúvidas, que sempre analisamos, pensamos, colocamos mil problemas e tal. Homem é tudo igual.Eu sei é clichê, mas é a mais pura verdade.

Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, tempo, futebol, estudo, mãe, unha encravada, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, temporal, falta de dinheiro que o impeça de estar com você. É simples. É a realidade. O cara vai largar o jogo dele de Playstation e vai responder seu SMS prontamente. O cara vai te ligar assim que ele puder. O cara vai te esperar o tempo que for. O cara vai te corresponder – talvez não da mesma forma que uma mulher que é muito mais intensa. Essa é a mais pura verdade.

Não se iluda. Então vamos repetir como se fosse um mantra: Que o meu detector de babacas esteja sempre alerta, que o meu detector de babacas esteja sempre alerta, que o meu detector de babacas esteja sempre alerta, amém! Babaca que se preze sempre dá a pinta de que é babaca.Atenção!

Meninas leiam esse texto, imprimam e colem na porta da geladeira, outra cópia perto do computador e outra no seu guarda-roupa (para quando vocês forem se vestir para aquele tal encontro e analisarem se realmente vale à pena sair de casa). Eu sei, é tudo teoria. Na prática é diferente porque nós mulheres somos assim: intensas.
(autor: Tati Bernardi)

Guerra do Egos

Dizem que dentro da gente existem dois lados: o lado bom e o lado mau, o anjinho e o diabinho, o id e o superego. Mas essas últimas palavras difíceis, quem disse foi, nada mais, nada menos que Freud, um cara que desvendou a maior parte da mente humana. Mas não precisa de Freud, nem ninguém dizer que é verdade, pois cada um de nós sabemos que existem mesmo dois extremos! E lá estamos nós, bem no meio do bombardeio, sem saber pra que lado olhar, e qual conselho seguir.

Naqueles momentos difíceis em que temos uma decisão para tomar, um lado pede pra fazer a coisa errada e o outro pede pra fazer a coisa certa. Um lado diz que não tem problema, e o outro quase grita: não ouse fazer isso! Como se não bastasse ter que ouvir a opinião de quem mora fora da nossa cabeça, nós mesmo temos dois conselheiros que vivem em guerra, aqui bem dentro da nossa consciência. E que guerra! Não seria bem melhor se todo mundo só tivesse o lado bom? Assim não haveria nada de ruim, de errado, de proibido. Então porquê não é assim? É que às vezes o errado é mais gostoso. O proibido é mais interessante. O desafio é mais emocionante. Já o certo é sempre certo. Mas ser só bonzinho é chato. Então, por mais estranho que parece ser, ninguém é de tudo bom e nem de tudo mau.

Ninguém faz tudo certo, ou tudo errado. Me lembro das vezes em que matei aula, me escondi do castigo, trapaceei no pique-esconde. Também não me esqueço quando não matei aula, não precisei de castigo, ajudei alguém a fazer algo. Tudo bem, às vezes um dos lados ganha, e a gente se arrepende de alguma forma. Mas precisamos de cada um dos dois. Precisamos do diabinho para aproveitar as coisas da vida, e do anjinho para botar limites nas estripulias. Precisamos do lado mau para dizer não em certas situações e do lado bom para ceder em outras. Precisamos dessa guerra que não tem data para terminar. Enquanto estivermos aqui bem no meio do fogo cruzado, ouviremos um lado, o outro, um lado e o outro, fazendo o certo, o errado, o certo e o errado, de novo.
(autor: Maju Sanoli)

Encerrando Ciclos

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Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
(autor:Paulo Coelho)

Achei essa imagem e ela tem tudo haver com o texto que você acabou de ler

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Foi-se o tempo!

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Você me pediu perdão como se pudéssemos remover com uma borracha nosso pequeno e trágico passado. Mas eu te perdoei porque não consigo gastar um átimo de segundo da minha existência guardando qualquer sentimento por você. E para te perdoar, precisei perdoar também a mim mesma pela armadilha que criei quando eu estava triste e desorientada demais para achar que você pudesse me dar qualquer tipo de direção e desabei nos seus braços e me deixei levar pelas suas mentiras caudalosas.

E você, com sua personalidade nociva e perversa, e por viver tão afundando na ignorância de ser quem é ainda pensou que ser perdoado era um passaporte para qualquer tipo de aproximação. Não. Agora eu tenho sanidade para fazer escolhas certas e não estou mais frágil como antes. O que você me causou e as consequências graves que tive que administrar sozinha, por causa da sua covardia, me fortaleceram de tal forma, que o meu horizonte interno se ampliou no peito e nos olhos e o meu tamanho teve que ser aumentando para comportar tantos aprendizados.

Por isso, a pessoa que consegue te perdoar hoje, não é a mesma que você feriu com toda crueldade que eu não sabia ser possível num ser humano considerado socialmente normal. O mal que você tem feito a si mesmo, não é mais problema meu e a minha presença seria um presente dado a alguém que não tem a menor condição de receber o que é bom. Eu poderia ter ajudado você a se lapidar com a minha predisposição para o amor. Mas você, acostumado a viver na escuridão, não soube suportar a minha luz.
Espero que encontre alguma paz se algum dia conseguir e quiser viver dentro da honestidade.

(autor:Marla de Queiroz)

A arte de Não Adoecer

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À você, que só reclama que vive doente, com dor, e que sua vida é um Inferno…
Antes de reclamar, tente agradecer.. e perceber que seu corpo só responde aos seus atos, e à energia que você mesmo está atraindo…

Para ser feliz livre-se, primeiro, de você mesmo.
(Do seu passado, de seus sentimentos ruins, de suas angústias, e de suas reclamações)
Assim você fica mais leve.. e mais fácil de se sentir flutuando… ;)

Recebi este texto por e-mail e fiz questão de compartilhar. Ele condiz com tudo que penso e falo por aqui.

A arte de Não Adoecer
Dr. Dráuzio Varella

Se não quiser adoecer – “Fale de seus sentimentos”

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então, vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer – “Tome decisão”

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer – “Busque soluções”

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer – “Não viva de aparências”

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc. está acumulando toneladas de peso … uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer – “Aceite-se”

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer – “Confie”

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer – “Não viva sempre triste”

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. “O bom humor nos salva das mãos do doutor”. Alegria é saúde e terapia

O Que Faz Você Feliz?

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O que te faz feliz?

Ou melhor: O que falta para você se sentir Feliz?

Assisti ontem(pela milésima vez) o filme À Procura da Felicidade. Sim, o filme é velho. Sim, você já deve ter assistido.

Eu só quis dividir aqui o sentimento que tive quando assisti. Sabe aquela “chacoalhada” que às vezes precisamos levar?
Aquele “Tapa na cara” para você acordar? Foi isso…

Chorei.. e muito. Não pela tristeza do personagem, mas por me ver passando por aquilo e não saber se teria a mesma coragem, disciplina e força que ele. De ver a postura dele perante ao filho, de ver o sofrimento de não ter onde dormir ou comer e passar por tudo isso sem deixar o filho perceber tudo.

E, por fim, ele lutou muito e conquistou o que queria.

Aí a gente pensa:  O quanto eu luto pelo que quero? O quanto sou persistente, focado, forte o bastante para me fazer merecer o que desejo? Será que teria desistido no meio do caminho?

próprio nó

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A gente pode dar um nó por mil motivos nessa vida. Não é uma decisão fácil, e nem todo mundo consegue fazer exatamente quando quer. Às vezes, acontece. Sem motivos explicáveis ou todos do mundo. Queremos parar de tropeçar, proteger, afastar ou segurar alguém. Um sentimento. Um breve momento que seja.

Um laço mal dado também às vezes vira um nó. Acontece sempre quando a gente quer que dure mais tempo do que realmente deveria durar ou quando não temos tempo e alma pra fazer. Um passo, dois passados, um tropeço. Desamarrou, embolou e deu nó.

Algumas pessoas não conseguem desfazer o próprio nó. Vivem, incansavelmente, buscando uma maneira de fazer com façam isso por elas. Beijando, bebendo, enlouquecendo e esticando a corda até  quase o limite.  Assim não funciona, o nó aperta e fica mais forte. Dia após dia.

Alguns nós não podem ser simplesmente desfeitos. São eles que seguram nossa alma dentro do nosso próprio corpo. Eles que nos fazer aguentar firme as quedas que a vida dá todo dia. Seja continuando lá, ou na hora certa, desaparecendo, pra que finalmente percebamos que nossa corda é mais longa do que imaginávamos. Ou que lá embaixo, no fundo do poço, existe alguém olhando pra cima e com os braços abertos.

Quer saber? Chega dessa coisa de alma gêmea. Sempre existirá alguém, e não necessariamente será essa pessoa sempre. A dura realidade é que nós seres humanos não fomos feitos pra eternidade. Assim como o que sentimos. Seguimos em frente, e levamos o melhor o pior de tudo aquilo que vivemos. Pra da próxima vez, nos próximos nós que surgirem, consigamos nos libertar sem sofrer pelas mesmas dores.

Tudo isso porque, independente de quem você seja ou com quem esteja, no final, será sempre só você e esses grandes e (quase) impossíveis nós.
(autor: Bruna Vieira)