mania de gato

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É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e – quem quiser – que me aceite assim. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Sou guerreira. Sou druida. Sou filha da lua. Quero sempre o voo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?

Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir por que o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!

(autor: Fernanda Mello)

O Que Faz Você Feliz?

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O que te faz feliz?

Ou melhor: O que falta para você se sentir Feliz?

Assisti ontem(pela milésima vez) o filme À Procura da Felicidade. Sim, o filme é velho. Sim, você já deve ter assistido.

Eu só quis dividir aqui o sentimento que tive quando assisti. Sabe aquela “chacoalhada” que às vezes precisamos levar?
Aquele “Tapa na cara” para você acordar? Foi isso…

Chorei.. e muito. Não pela tristeza do personagem, mas por me ver passando por aquilo e não saber se teria a mesma coragem, disciplina e força que ele. De ver a postura dele perante ao filho, de ver o sofrimento de não ter onde dormir ou comer e passar por tudo isso sem deixar o filho perceber tudo.

E, por fim, ele lutou muito e conquistou o que queria.

Aí a gente pensa:  O quanto eu luto pelo que quero? O quanto sou persistente, focado, forte o bastante para me fazer merecer o que desejo? Será que teria desistido no meio do caminho?

paradise

Amo Coldplay e faz muito tempo!
O som deles me tira da realidade e me leva pra um lugar muito bom, que eu não sei como especificar. mas independende de ser Coldplay ou qualquer outra banda, a música tem esse poder.
Nunca sentiu?  Experimente!
Algumas músicas vão te fazer querer dançar, se mover junto com elas, outras você quer cantar tão alto a ponto de enlouquecer quem está por perto, existem as que te faz chorar, as que você escuta e sorri com a melodia, mas as duas melhores sensações são quando alguma começa a tocar e você lembra de alguem, de algum lugar, de algum momento que te fez muito bem, e você fecha os olhos e se senti naquele lugar novamente. Você pode sentir os cheiros, o vento tocando seu rosto. É como se descobrir apaixonado, mas mil vezes melhor. Talvez seja por isso que quando gosto de uma música a ouço tanto a ponto de não suporta-la mais por um bom tempo.
Esse é a primeira melhor sensação, a segunda, bem… melhor do que lembrar de coisas que já passaram, é poder se sentir num lugar que só existe pra você. No melhor do seu subconciente.
a música tem o poder de te levar pra onde você quiser ir. é só esquecer do mundo real, ouvir uma música do seu estilo e se dar o direito de ir pra onde bem entender.
O que nos move numa música não é sua letra, é a melodia, ela te embala.
A música Paradise do Coldplay, é nova, não me lembra nada que já tenha vivido, mas quando a ouço, fecho os olhos, e me sinto no meu paraiso particular, com o sol batendo no rosto, assim como o vento, começo a rodar no ritmo da melodia e uma chuva quente começa a cair no meu rosto e quando começa o refrão canto junto e sinto tudo junto, o vento, sol, chuva e derrepente parece que estou flutuando…
e então todos os problemas somem, até chegar a proxima música!

Ouvir músicas que te agrada, te da a sensação de estar dirigindo de madrugada sozinho em uma estrada do interior da Europa.

EXPERIMENTE, NÃO DOÍ!

eu de novo

Eu brava sou estúpida
Eu lúcida sou chata
Eu gata sou esperta
Eu cega sou vidente
Eu carente sou insana
Malandra sou fresca
Eu seca sou vazia
Eu fria sou distante
Eu quente sou oleosa
Eu prosa sou tantas
Eu santa sou gelada
Eu salgada sou crua
Eu pura sou tentada
Eu sentada sou alta
Eu jovem sou donzela
Eu bela sou fútil
Eu útil sou boa
Eu à toa sou tua.
(autor:Martha Medeiros)

conflito

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Eu vivo em constante conflito comigo mesma, vivo pensando e pensando.
Meu humor pode ser alterado rapidamente. Quando tenho uma opinião formada, não há quem consiga modifica-la.
As vezes sinto que somente eu me amo. Sou escorpiana! Tenho alguns objetivos e pretendo alcança-los.
Enfim, as vezes me entendo por completo.. mas as vezes não me entendo nem um pouco.
Sou mais ou menos assim.
Mas por palavras você não ira conseguir me entender, só quem me conhece sabe como eu sou.
E as vezes nem eles.
Então não tente me entender, essa tarefa é complicada demais.
(autor:Thaiane Lima)

achou seu coração no lixo, foi?

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Quantas vezes você repetiu a frase: “Ele não presta!”. Hein?
Acho que nem precisa pensar muito. Ela vive na boca da maioria das mulheres, mas, adivinha só o que elas têm em comum? Elas levaram um pé na bunda. Sim, meus amigos. Foram largadas, ignoradas, descartadas.
Dói? Dói muito. Dói demais. Então lógico que é mais fácil atribuir toda a culpa a outra parte da relação. Aquela parte que entrou com o pé bem no meio da sua bunda. É claro que quem faz sofrer é a parte ruim, a parte sem coração, a parte que não entende. Que não presta.
Mas, tem uma frase que eu adoro e ainda vou transformar em imã de geladeira para colar na minha:
“As pessoas só fazem com a gente, o que a gente permite”.

Então, se ele te usou e te tratou como qualquer objeto descartável que não merece nenhuma consideração, deve ser porque você deixou.
E no fim das contas nem é o pé na bunda que dói, é o EGO.
Porque no fundo, você sabia!

Enquanto houver mulheres dispostas a tapar os ouvidos e os olhos por causa do medo de ficarem sozinhas, aceitando gato por lebre, achando que traição, falta de comprometimento, consideração e outras coisinhas mais, é coisa de macho mesmo e deve ser relevado, afinal, antes mal acompanhada que só, haverão homens sem respeito pelo sentimento alheio.
Lei da oferta e procura. Simples assim.

(Autor: Jackie)

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Não gosto muito de quem mostra ser o que não é. Mesmo porque uma hora a cortina fecha.
Uma hora o show termina. E a gente tem que fazer malabarismo para manter a pose, para não errar o tom.
É difícil viver o tempo todo nessa corda bamba.
Eu não consigo.
Deve ser por isso que as pessoas gostam ou não gostam de mim.
Nunca vi alguém dizer que gosta de mim mais ou menos. Ou eu agrado ou incomodo as pessoas com meu jeito.
É que meu jeito é bem diferente.
Se eu gosto fica carimbado na minha cara.
E se eu não gosto fica estampado no meu rosto e na minha cara de nojinho. Não sei forçar uma cara boa.

Quem convive comigo sabe direitinho quando tem algo entalado na minha garganta.
Já quem não me conhece jamais desconfia. É que, apesar de verdadeira, sou irônica.
Tento rir das coisas, de mim, das minhas mancadas.
Tiro onda da minha própria cara. E olha que me dou sérios motivos para isso.

Acho que está faltando um pouco de verdade nesse mundo.
Falta fé.
Falta você acreditar que pode agradar o outro sendo quem é.
Sem ter que fazer mágica, já que a mágica está em poder viver bem consigo mesmo…
E só.

vou morrer assim!

Eu sou intensa.. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos. Sinto ciúme, faço fofoca, falo palavrão e tenho dias azedos. Sou quase normal e quase louca. Não sei muita coisa, mas procuro estar com os olhos e ouvidos abertos para absorver tudo que a vida me dá. Adoro viver, a ideia de um dia morrer me assusta. E eu amo, amo demais. Tenho um amor imenso pelas pessoas que são importantes na minha vida. Hoje, consigo separar e saber quem é meu amigo, quem é colega, quem é conhecido. Apesar disso, convivo bem com todos. Pouca gente sabe a fundo da minha vida e de mim, eu disfarço. Não gosto de me expor.

Autor Desconhecido